segunda-feira, 23 de maio de 2011

Notícias "Bombárticas"!!!

A cara da felicidade
Sábado, no super auspicioso Dia do Julgamento, reencontramos bons amigos para festejar.... tcharam: aquilo que a maioria de nós só acreditava ser possível no Judgment Day mesmo! O casório da Glaucinha!!!!


Encontramos as pessoas no Clube Plêiades, em Guarulhos. Foi deveras divertido reencontrar o Paranhos, que acho não víamos desde 2009. Lu é figurinha repetida, tá sempre dando as caras por aqui. Mas nem por isso o reencontro foi menos agradável. Fofocamos bastante. Só não fofoquei mais porque estava ruim da garganta. Por causa disso não pude nem chegar perto das bebidas alcoólicas. Ainda assim me diverti bastante.

 Casquinha da noiva

Glaucinha estava deveras feliz, bonita e digna no seu vestido branco com detalhes florais. Ka e Ke se acabaram de chorar o que me deixou em maus lençóis já que tudo que eu conseguia fazer era rir e dar mais provas da minha insensibilidade. Humpf!

O mais engraçado era escutar os comentários do Lu durante toda a cerimônia. Ainda bem que quem escutava era eu e não o Leandro. Ainda vou contar tudo pra Glaucichata quando ela voltar da lua de mel

Então foi um dia muito bacana e o mundo também não acabou, o que contribuiu para ele ser mais agradável ainda.

E eu vou me despedindo por aqui com mais uma revelação "bombártica". Uma imagem vale mais do que mil palavras!

Beijos!
P.S: Hattori, o reloginho tá contando pra ti...tic tac...tic tac...
Créditos das fotinhas meus (da turma toda) e as demais do Gui e Hattori.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Show da Amy

Sim, como muitos afirmavam, foi um investimento de alto risco. Maior medo era que a Amy não chegasse inteira ao último show que seria em SP ontem.

However, também curto bastante Janelle Monae e acreditei que se tudo mais falhasse, pelo menos o show dela seria interessante.

Combinamos no fim do ano passado de ir assistir o show da Amy. É inegável o quanto as músicas dela fizeram parte da nossa trilha sonora diária, principalmente em 2008 e 2009. O "No no no" que eu e Luciano entoávamos toda vez que íamos responder uma pergunta negativamente e estressava algumas pessoas. O toque de celular da Claudinha e o que configurei especialmente para Glaucimala no meu cel, dizia tudo.

Tirando tudo que se noticia de drogada, pinguça e louca, em essência a considero uma Artista do c*cete.

E também essa foi apenas mais uma desculpa para estamos juntos. Sendo assim, ontem peguei o vôo das 09:40h pra SP onde deveria encontrar o Lu, Ricardo e Glau.

Aproveitei para colocar a fofoca em dia com a bocó e com o Lu. Nos atualizamos com as nossas últimas bocozisses e fizemos a cerimônia padrão de contar a toda pessoa nova na turma (o Ricardo) os micos sem noção da Ka (lembra Ka? o do maiô que estica, do peso da baleia e da história de ter 30 e namorar gente mais nova?!?!?).

Almoçamos no Outback com Gilmara (também conhecida como Glaucibem por alguns...), Fábio e Solon. Solon eu não conhecia ainda ainda. É a cara da bocó, mas tímido que só a peste.

Eu, Lu& Glau no Outback


Depois do almoço fomos correndo pro Anhembi pois o início do show (bobinhos...) estava marcado para às 18:00h. E 18:00h em ponto começou mesmo. Porém, não havíamos nos ligado que era um festival, logo, o show da Amy não começaria tão cedo.

Pra nossa sorte os as bandas que se apresentaram foram ótimas. Começou com a tal Miranda Kassin &André Frateschi que eu nunca tinha ouvido falar (mas isso não quer dizer muita coisa já que sou bem desconectada das tendências musicais mesmo). Mas o show foi bem divertido e a parte mais legal foi a música "Artista é o c*r*alho". Aproveitei pra xingar bastante. Todo palavrão que não falei no último ano acho que gritei nessa hora.

Depois veio a a banda Instituto, muito boa também. Aí eu já conhecia a Thalma de Freitas, Céu e Sabotage. Tinham outros que eu não conhecia mas também eram muitos bons.

O problema é que nessa hora já estávamos doloridos e cansados. É a idade... Outra coisa interessante é que éramos os mais caretas ali. Vimos cada figura! Na próxima vez devo ir com cílios postiços kilométricos e botas sete léguas (num calor infernal) pra ver se consigo me misturar melhor na multidão. E os meninos devem ir com tênis verde limão gritante. Just kidding...

Bem, então veio o tal Mayer Hawthorne. Muito bom também. E o cara interagiu bastante com o público e eu não conhecia uma musiquinha sequer dele. Tudo bem, não creio que isso faça muita diferença na vida dele.

Nessa hora minhas patinhas já estavam latejando, pedindo socorro.Eu já pensava "Ai jisuis, onde eu taba com a minha cabeça?!?! Ai minha caminha quentinha..."

Mas logo, logo esses pensamentos derrotistas foram dispersados. Veio a Janelle. A-d-o-g-o!!!! Mas confesso que me deu um medão no começo do show. Assim, nãos estávamos na pista VIP (abafa!) então eu dependia muito dos telões pra ver o que o pessoal tava fazendo no palco. E no show dela tinham muitas imagens de clips e filmes que ficavam no telão enquanto ela cantava. Eu pensei que seria o "ó" não conseguir ver o tepetão dela ao vivo. Mas depois começaram a mostrar as cenas dela. É uma artista e tanto também. Achei perfeita a voz e performance.

Nessa hora rolou um stress com a Glau e um seu menino que pesava só o triplo dela. Mas, are baba, não passou disso. Um pouco depois outro estresse com um heterosexual bem resolvido que teve um pití porque outro cara chamou a atenção dele enquanto ele tentava comprar uma cerveja e quase atropelava uma garota no chão. Sim, o outro cara era gay, assumido também. Achei tão idiota o faniquito do outro cara (heterosexual bem ressolvido): "Não toca em mim! Não toca em mim!". E pra finalizar a discussão ele gritou pro outro: "Olha, tu vai morrer e vai pro inferno!". Raiva torna as pessoas bem estúpidas e idiotas néum?!?!?!

Bem, esse foi o momento mais tenso pra mim.

Finally, por volta de 10 pra 00:00 a Amy entrou. E já entrou cantando enrolado e errando a letra da música. Hahahaha, se o show todo fosse ser assim estávamos ferrados. Mas não. Ela ainda se enrolou quando cantou "Back to Black" mas como todo mundo conhecia a música, fizemos um coro e ajudamos a bichinha a se lembrar. Ai, foi bem legal! É verdade que achei ela bem alheia e vivendo no seu mundo particular. Mas como esperava que o show fosse o "ó", fiquei bem surpresa quando ela interagiu com o público. Outra coisa, mesmo ainda não 100%, a mulher canta mooooito. Cacete de agulha!


Foto retirada da matéria de Mariana Tramontina no Uol Música de 16/01.
Mas eu tava tão falida que não via a hora dela sair do palco sem se depedir e não voltar mais. Mas, eu disse que o show me surpreendeu?!?! Pois é. Quando ela saiu do palco pra fazer aquele teatrinho do sai e depois volta pro bis que todo artista faz, boa parte das pessoas (os cagões, eu inclusive) já foi saindo porque "sabia" que ele não ia voltar mais. E pra nossa surpresa ela voltou pra cantar "Me and Mr.Jones" e "Love is a losing game" (minha música favorita). Mas essas duas músicas escutamos já cruzando os portões de saída do Anhembi. Estávamos, literalmente, falidos.

Mas valeu a pena. Agora só me resta muito pensamento positivo pra Amy lançar mais um CD e que ela consiga colocar a carreira de volta nos eixos.

Então, foi isso. Fui!

P.S: Enquanto concluía essas "mal traçadas linhas", o Hugo veio me contar de uma resenha no Globo.com que fala que a Amy foi ofuscada pelo Hawthorne e pela Janelle. Bullshit. Well, cada um diz o que quer néun? Adorei o show da Janelle e acho que ela ainda vai brilhar muito, muito e muito. Mas a Amy é a Amy. O pessoal tava lá (de fato) pra ver ela cantar e ela podia ter cantado "Atirei o pau no gato" (ou talvez a música da spiderweb faria mais sentido)que ia deixar ainda todo mundo de queixo caído. Agora sim, fui!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Peteca

Faz tempo eu prometi um post dedicado só à Peteca. Já consigo ouvir inúmeros resmungos de que "Por que a Peteca e não o Pitico?". Pra resumir o assunto, o Pitico não existiria em nossas vidas se não fosse pela Peteca e pronto!

Pra quem não sabe, a Peteca é a SRD mestiça de pinsher que eu e o Hugo adotamos em 2008. Pra início de conversa nunca passou pela minha cabeça criar um cachorro em apartamento. Sempre tive cachorro, mas sempre tinha morado em casa com quintal. Cachorro e apartamento pra mim simplesmente não combinavam. O Hugo, pelo contrário, sempre quis ter um cachorrinho.

Bem, por essa época de 2009 eu andava muito down. Estava me recuprando de algumas coisas que não vou entrar em detalhes porque isso é assunto pro Lado B. O problema é que o clima andava bem pesado pra mim e, claro, sobrava pro Hugo também. Então resolvi adotar um cachorrinho mais pra deixar o Hugo feliz enquanto eu mergulhava mais e mais nas minha paranóias. As pessoas diziam que o bichinhos têm certas propriedades terapêuticas mas eu não botava muita fé.

A Peteca foi a nossa última opção. Tentamos n outros cachorrinhos e descartamos o anúncio dela várias vezes. Ela tinha uma carinha tão deprê e não sabíamos se ela era pequena mesmo. Acho que todo mundo que queria adotar pensar igual a nós. Pois depois de tentarmos vários anúncios acabamos decidindo por dar uma chance para o dela. Ficamos surpresos de saber que ninguém (NINGUÉM) tava na preferência por ela.

Bem, trouxemos ela pra casa e ela estava bem abatida. A impressão que tive na primeira noite dela aqui era que ela tinha desistido de tudo (é, tem coisas difíceis de explicar... é feeling mesmo). Ela morria de medo da gente e se escondeu no primeiro canto escuro que achou na nossa sala, aterrorizada. Não saía da caminha nem pra beber água. E confesso que se dependesse de mim ela ia penar muito. Meu tato é zero. Mas o Hugo foi com jeitinho, dava água com a ponta dos dedos pra ela e uns pedacinhso de pão amassado. Não é à toa que hoje ela é apaixonada por ele!

Peteca
Petequinha logo que chegou, assustada


Com o tempo ela foi melhorando. Começou a dar os passinhos medrosos pela casa, sabia onde fazer o número 1 e número 2 direitinho e começou a abanar o rabinho sempre que nos via. Isso foi uma coisa que eu admirei muito. Ficava pensando, "Ai, eu queria ser como um cachorinho pra poder dar um reset em tudo que ruim que aconteceu e voltar a acreditar nas coisas assim de peito aberto.". Porque vocês sabem que os cachorros não mentem. O rabinho não deixa.

No primeiro inverno dela com gente eu já tinha superado tanto meu bloqueio com cachorro em apê que ela até dormia com a gente! Teve um sábado pela manhã que acordei com ela dormindo no meu braço. Achei tão fofo, ela cochilando ali. Normalmente quando abríamos os olhos ela já estava nos encarando, silenciosa.

Peteca no Café das Fadas
Peteca muito chique em seu traje de inverno


Não preciso dizer que ela, com o seu jeitinho nada delicado, arrumou um lugar bem folgado no meu coração. Após o inverno, nos primeiros dias da primavera, fomos levar a Peteca pra passear na Redenção. Lembro de olhar pra ela e pensar em como ela tinha sido "resgatada" e automaticamente eu pensei "Não! Quem foi resgatada fui eu!". Querendo ou não aquela bolinha de pêlo, baforenta e "petequenta" tinha desenferrujado o dispositivo no meu coração que permitia levar a vida de forma mais leve. E ali eu entendi um pouquinho mais sobre essas propriedades terapêuticas caninas.

Eu_Peteca
Início da primavera na Redenção em 2009


De lá pra cá a Peteca já arranjou inimizade com todas as nossas visitas. Exceto em certas ocasiões onde por motivo de força maior (fome) ela teve que fazer uma trégua e se dar bem com a pessoa que estava tomando conta dela na nossa ausência. Mas no exato momento em que voltávamos pra casa, ela virava às costas pro antigo "amigo de infância" e agia como se nunca tivesse o visto, voltando a latir e mostrar seus lindos dentinhos ameaçadores. :-)

Feliz Natal
Peteca e o grande amor da sua vida


Agora, enquanto ela dorme no "sofá dos cachorros" com aquela barrigona subindo e descendo eu sou muito grata por ela estar conosco. Fico feliz por saber que aqui ela está protegida e ninguém vai lhe fazer mal. Nunca mais quero ver aqueles olhinhos tristonhos e desesperançados... nem nela, nem em mim.

Pra fechar, aí vai o replay da nossa Dança dos Famosos. Preciso fazer uma versão com o Pitico agora. Ah, por please, ignorem as vezes que minha buzanfa vai de encontro à câmera. :-)


Fui!